Chega de choro (1): uma nova agenda para o País

Sim, continuo entritecido com o episódio STF/mensalão. E apesar de decidido a participar ativamente de manifestações a esse respeito, entendo que devemos buscar uma agenda propositiva para o País. Sem deixar de considerar seriamente avanços mais consistentes para a ação sociopolítica, como os propostos por Mário Salimon e por Apolo Henringer (superação do modelo hierárquico, fim da exclusividade da mediação partidária na representação política, e outras inovações), penso que devemos olhar com seriedade e compromisso para 2014.

PSDB e PT não representam mais qualquer possibilidade de avançarmos no sentido das mudanças de que necessitamos. Preservando os avanços que alcançaram, olhemos para adiante. É necessário, no entanto retirá-los do comando: pesados foram na balança, e achados em falta – mene, mene, tequel parsim.

Vou tentar uma proposta de agenda para o País, e para o Distrito Federal.